Uniap em A Psico-Oncologia

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O câncer pode trazer diferentes impactos emocionais e sociais para cada paciente. A Psico-Oncologia passou a ser pesquisada e praticada no Brasil na década de 90. É uma área importante de interface entre a psicologia e a oncologia e tem um papel fundamental durante o tratamento do paciente.
“O paciente com câncer, desde o processo diagnóstico até a alta ou morte, depara-se com a possibilidade de perdas: perda do corpo sadio, de um órgão, do cabelo, da autonomia, às vezes perda de um determinado lugar na família, do lugar de proativo na sociedade, de fé e, principalmente, da possível perda da vida. Disso, surge à angústia da incerteza de um perigo temido, que interfere não só na rotina do paciente, como no sentido das coisas”.
Diante disso, o psicólogo trata principalmente dos aspectos emocionais dos pacientes com câncer, ouvindo suas angústias, dúvidas, medos e desejos, e ajudando a enfrentar o tratamento. O psicólogo pode realizar diversas intervenções junto ao paciente e seus familiares, como acolhimento e suporte psicológico no enfrentamento dos sentimentos que podem vivenciar durante esse processo, propiciando aumento da qualidade de vida e adequado bem-estar.
Tudo contribui diretamente para um melhor tratamento, diminuindo emoções e pensamentos negativos, sintomas de ansiedade e depressão não só do paciente, mas também dos familiares, e comportamentos de isolamento. “A psicologia oferece acolhimento e apoio nas dificuldades de adaptação aos efeitos biológicos, sociais e emocionais que o tratamento pode gerar, atuando como facilitador no processo de comunicação entre os pacientes e familiares”.
Psicóloga Isabel Cristina Cirino CRP:06/118016

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